segunda-feira, 14 de julho de 2008

-Servidores Proxy (Squid) -Instalando o Squid:

O Squid é composto de um único pacote, por isso a instalação é simples. Instale o pacote "squid" usando o apt-get, yum ou urpmi, como em:

# apt-get install squid

Toda a configuração do Squid é feita em um único arquivo, o "/etc/squid/squid.conf". Caso você esteja usando uma versão antiga do Squid, como a incluída no Debian Woody, por exemplo, o arquivo pode ser o "/etc/squid.conf". Apesar da mudança na localização do arquivo de configuração, as opções descritas aqui vão funcionar sem maiores problemas.

O arquivo original, instalado junto com o pacote, é realmente enorme, contém comentários e exemplos para quase todas as opções disponíveis. Ele pode ser uma leitura interessante se você já tem uma boa familiaridade com o Squid e quer aprender mais sobre cada opção, mas, de início, é melhor começar com um arquivo de configuração mais simples, apenas com as opções mais usadas.

Em geral, cada distribuição inclui uma ferramenta diferente para a configuração do proxy. Uma das mais usadas é o Webmin, disponível em várias distribuições. A função dessas ferramentas é disponibilizar as opções através de uma interface gráfica e gerar o arquivo de configuração com base nas opções escolhidas. Em alguns casos, essas ferramentas ajudam bastante, mas, como elas mudam de distribuição para distribuição, acaba sendo mais produtivo aprender a trabalhar direto no arquivo de configuração, que, afinal, não é tão complicado assim. Assim como em outros tópicos do livro, vamos aprender a configurar o Squid "no muque", sem depender de utilitários de configuração.

Comece renomeando o arquivo padrão, de forma a conservá-lo para fins de pesquisa:

# mv /etc/squid/squid.conf /etc/squid/squid.conf.orig

Em seguida, crie um novo arquivo "/etc/squid/squid.conf", contendo apenas as quatro linhas abaixo:

http_port 3128
visible_hostname gdh
acl all src 0.0.0.0/0.0.0.0
http_access allow all

Estas linhas são o suficiente para que o Squid "funcione". Como viu, aquele arquivo de configuração gigante tem mais uma função informativa, citando e explicando as centenas de opções disponíveis. Apenas um punhado das opções são realmente necessárias, pois, ao omití-las, o Squid simplesmente utiliza os valores default. É por isso que acaba sendo mais simples começar com um arquivo vazio e ir inserindo apenas as opções que você conhece e deseja alterar.

As quatro linhas dizem o seguinte:

http_port 3128: A porta onde o servidor Squid vai ficar disponível. A porta 3128 é o default, mas muitos administradores preferem utilizar a porta 8080, que soa mais familiar a muitos usuários.

visible_hostname gdh: O nome do servidor, o mesmo que foi definido na configuração da rede. Ao usar os modelos desse capítulo, não se esqueça de substituir o "gdh" pelo nome correto do seu servidor, como informado pelo comando "hostname".

acl all src 0.0.0.0/0.0.0.0 e http_access allow all: Estas duas linhas criam uma acl (uma política de acesso) chamada "all" (todos), incluindo todos os endereços IP possíveis. Ela permite que qualquer um dentro desta lista use o proxy, ou seja, permite que qualquer um use o proxy, sem limitações.

Para testar a configuração, reinicie o servidor Squid com o comando:

# /etc/init.d/squid restart

Se estiver no CentOS, Fedora ou Mandriva, pode utilizar o comando "service", que economiza alguns toques no teclado:

# service squid restart

No Slackware, o comando será "/etc/rc.d/rc.squid restart", seguindo a lógica do sistema em colocar os scripts referentes aos serviços na pasta /etc/rc.d/ e inicializá-los automaticamente durante o boot, desde que marcada a permissão de execução.

Para testar o proxy, configure um navegador (no próprio servidor) para usar o proxy, através do endereço 127.0.0.1 (o localhost), porta 3128. Se não houver nenhum firewall pelo caminho, você conseguirá acessar o proxy também através dos outros micros da rede local, basta configurar os navegadores para usarem o proxy, fornecendo o endereço do servidor na rede local.

Caso necessário, abra a porta 3128 na configuração do firewall, para que o Squid possa receber as conexões. Um exemplo de regra manual do Iptables para abrir a porta do Squid apenas para a rede local (a interface eth0 no exemplo) é:

iptables -A INPUT -i eth0 -p tcp --dport 3128 -j ACCEPT

-Servidores Proxy (Squid) Gilberto

O que é?

O proxy serve como um intermediário entre os PCs de uma rede e a Internet. Um servidor proxy pode ser usado com basicamente três objetivos:

1- Compartilhar a conexão com a Internet quando existe apenas um IP disponível (o proxy é o único realmente conectado à Web, os outros PCs acessam através dele).

2- Melhorar o desempenho do acesso através de um cache de páginas; o proxy armazena as páginas e arquivos mais acessados, quando alguém solicitar uma das páginas já armazenadas do cache, esta será automaticamente transmitida, sem necessidade de baixa-la novamente.

3- Bloquear acesso a determinadas páginas (pornográficas, etc.), como tipo passa pelo proxy é fácil implantar uma lista de endereços ou palavras que devem ser bloqueadas, para evitar por exemplo que os funcionários percam tempo em sites pornográficos em horário de trabalho.

Hoje em dia os servidores proxy são extremamente comuns, mesmo em redes domésticas, não é necessário um PC dedicado a esta função, basta instalar um dos vários programas de servidor proxy disponíveis no PC com a conexão à Internet..

terça-feira, 8 de julho de 2008

Apache - vantagens e desvantagens

As principais vantagens do Apache são:
O facto de ser freeware;
O facto de ser OpenSource,
O elevado número de máquinas onde o software já foi testado por todo o globo terrestre;
O facto de suportar outras tecnologias agora em voga como o php.

Desvantagens:
Falhas na segurança e erros no código.
O facto de ser OpenSource não se pode esquecer que o conhecimento do código, e consequentemente dos seus defeitos, deixa a descoberto algumas dificuldades.

Apache - Testando a instalação do PHP

. Testando a instalação do PHP

Para testar a instalação do PHP, crie um arquivo qualquer com extensão .php (info.php, por exemplo) na pasta base do seu servidor Web Apache (htdocs) e, dentro dele digite o seguinte código:









Salve-o e em seguida acesse-o através do servidor Web local, digitando o seguinte endereco no seu navegador (certifique-se de que o servidor Apache esteja em execução):


http://localhost/info.php

Uma tela com informações sobre a configuração do PHP deverá ser exibida, como indicado abaixo:


Apache - Configurando o Apache para trabalhar com o PHP

Configurando o Apache para trabalhar com o PHP


Para que o servidor Web Apache possa reconhecer o PHP e redirecionar as páginas escritas nesta linguagem para o seu interpretador, precisaremos adicionar algumas configurações no arquivo de configuração do Apache, o httpd.conf, que está localizado na pasta \conf deste servidor Web. Se você não tiver alterado a localização padrão dos arquivos do servidor Web Apache durante a instalação, o caminho completo para este arquivo é o seguinte:

C:\Arquivos de programas\Apache Group\Apache\conf\httpd.conf

Adicione as seguintes linhas NO FINAL deste arquivo:


AddType application/x-httpd-php .php
LoadModule php4_module c:/php/sapi/php4apache.dll


Salve este arquivo e, em seguida, pare e re-inicie o Apache. Na janela do Apache, deverá aparecer uma string indicando que o PHP foi carregado juntamente com o servidor Web, como indicado abaixo:






Em plataformas Windows NT/2000, vá para a janela do gerenciador de serviços e pare e re-inicie o serviço do Apache. Nesta janela, no item correspondente à descrição do serviço do Apache, deverá ser exibido uma descrição semelhante a da indicada na figura acima.

Apache - Configurando o PHP

Configurando o PHP


Copie o arquivo php.ini-dist, que se encontra na pasta C:\PHP, para a pasta do Windows (geralmente C:\Windows). Renomeie-o para php.ini e em seguida abra-o. Localize o seguinte texto dentro deste arquivo: "extension_dir" e altere o valor desta entrada para o nome da pasta com os arquivos das extensões do PHP, que no nosso caso é "c:\php\extensions". Após a alteração, esta seção do arquivo deverá parecer como a seguir:







Salve e feche este arquivo.
Copie também o arquivo php4ts.dll, que se encontra na pasta C:\PHP, para a pasta C:\Windows\System, no caso de Windows95/98/ME/XP, ou para a pasta C:\WINNT\System32, no caso de WindowsNT/2000.

Apache - Trabalhando com PHP

Obtendo o PHP
Efetue o download do pacote com os arquivos do PHP para Windows, no seguinte endereço:

http://www.php.net/downloads.php

Baixe o arquivo no formato .ZIP,. Este arquivo zipado deverá ter o seguinte nome: php-x.x.x-Win32.zip, onde x.x.x é a versão da linguagem.Descompacte este pacote para uma pasta qualquer no seu disco. Vamos considerar que a pasta de destino dos arquivos seja C:\PHP.

Após a descompactação, a estrutura de diretórios do PHP deve ficar como indicado na figura abaixo: